A última semana foi muito especial para mim, pois marcou a minha volta ao ambiente de negociações do mercado financeiro. Agradeço profundamente a corretora Magliano pela oportunidade dada a mim em poder fazer parte da equipe da mesa de operações de BM&F. Embora seja precoce gostaria de deixar registrado que já na minha primeira semana de trabalho pude adquirir experiências enriquecedoras que, certamente, ficarão registradas como parte de todo conhecimento que será acumulado ao longo de minha vida.
Agradecimentos a parte vamos retornar ao desempenho do mercado de Renda Fixa na última semana.
Conforme poderemos verificar a seguir o mercado exigiu na última semana um prêmio maior para os vértices mais longos na curva de juros futuros.
Já para os vencimentos mais curtos o mercado manteve suas expectativas inalteradas em relação ao verificado na semana anterior o que beneficiou os papéis pré fixados e os indexados a inflação de curto prazo.
Conforme já adiantado os vértices curtos apresentaram relativa estabilidade em relação a semana anterior refletindo a confiança do mercado quanto a redução do risco inflacionário no curto prazo após a divulgação do Boletim Focus na segunda-feira e confirmado na segunda prévia de março do IGP-M (0,59% de alta – abaixo das estimativas dos analistas que era de uma alta de 0,63%)
Contudo, segundo a LCA, a alta nos preços das commodities, levou ao acréscimo de prêmios nos vértices longos da curva de juros futuros.
Já o mercado de Renda Fixa o destaque da semana foram os papéis pré fixados com vencimentos inferiores a 01 ano (IRF-M 1) que apresentaram um retorno médio de 0,24%.
No mês os destaques continuam sendo os papéis atrelados a inflação com vencimentos em até 05 anos (IMA-B5) que vêem apresentando um retorno médio acumulado no mês de março de 0,91%.
As cadernetas de poupança com aniversário em 18 de março apresentaram um retorno mensal de 0,52%.
As expectativas de inflação divulgadas pelo Boletim Focus não apresentaram grandes surpresas o que reforça a confiança do mercado em torno da eficácia do governo no combate a alta dos preços.
Rumores de que o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, substitua Guido Mantega no Ministério da Fazenda poderá levar a uma diminuição dos prêmios implícitos nas curvas de juros, uma vez que o nome de Palocci é bem visto pelo mercado.
De acordo com a Agência Estado/Broadcast o mercado também elevou as apostas de que ‘a sinalização do Banco Central dada na ata do Copom, sobre a adoção de novas medidas macroprudenciais, pode ser colocada em prática logo”.
Com isso para os próximos dias acredito que os títulos pré-fixados continuem apresentando uma boa performance em relação aos demais papéis.
Referência bibliográfica
AGÊNCIA ESTADO - BROADCAST. CENÁRIO-1: Bolsas Renovam Trégua Com G7 e Cessar-Fogo Líbio. Informativo distribuído em 03/03/2011.
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000.
__________________. Focus – Relatório de Mercado.
Disponível em: http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/readout.asp
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education, 2004, 3ª edição.
BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS. Taxas Referenciais BM&F. Disponível em: http://www2.bmf.com.br/pages/portal/portal/boletim1/TxRef1.asp
CARVALHO, Fernando J. Cardim de; [et al.] Economia monetária e financeira: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000 – 9ª reimpressão.
LCA. Boletim diário de 18 de março de 2011. LCA Curto Prazo.
DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stanley. Macroeconomia. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1991.
MANKIW, Gregory. Macroeconomia. 5ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Econocratum: Uno a técnica do mercado à crítica econômica para analisar o fluxo de capital, os gargalos produtivos e o valor das empresas. Meus insights surgem de uma curadoria despretensiosa de livros e notícias. Defendo uma síntese entre liberalismo econômico e social-democracia, expressando livremente opiniões que buscam entender os reais impactos do capital na sociedade.
domingo, 20 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Mercado de Taxas de Juros: 04 e 11/03/2011
Na últimas semanas as taxas de juros apresentaram uma melhora principalmente nos vencimentos mais longos. O destaque para a queda das taxas de juros foi o receio do mercado quanto o aquecimento da economia mundial.
Dados desfavoráveis das economias dos Estados Unidos e China além do terremoto no Japão fizeram com que as expectativas do mercado para o crescimento da economia mundial fosse abalado e afastou o risco de uma alta na inflação nos próximos meses.
No mercado de títulos públicos tivemos o destaque da performance dos títulos pré fixados com prazos superiores a 01 ano (IRF-M 1+) que acompanhou o movimento de queda das taxas de juros futuros – uma vez que estes papéis são inversamente correlacionados as taxas de juros.
Apesar da pequena queda na última semana os papéis atrelados a inflação com prazos inferiores a 05 anos (IMA-B 5) vêm sendo o destaque no mês do mercado de Renda Fixa.
As expectativas do mercado em torno da inflação mantiveram praticamente estáveis na última semana.
Apenas verificou-se uma pequena alta nas expectativas de inflação para o ano de 2012 que passaram de 4,78% no final de fevereiro para 4,80% no levantamento realizado em 04 de março.
Para concluir as expectativas para os próximos dia é de que os papéis atrelados a inflação no curto prazo mantenham bons rendimentos em virtude das altas nos preços verificadas nos últimos meses.
Referência bibliográfica
AGÊNCIA ESTADO - BROADCAST. Fechamento: Juros Sobem com Copom, Aporte ao BNDES e Exterior. Informativo distribuído em 03/03/2011.
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000.
__________________. Focus – Relatório de Mercado.
Disponível em: http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/readout.asp
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education, 2004, 3ª edição.
BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS. Taxas Referenciais BM&F. Disponível em: http://www2.bmf.com.br/pages/portal/portal/boletim1/TxRef1.asp
CARVALHO, Fernando J. Cardim de; [et al.] Economia monetária e financeira: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000 – 9ª reimpressão.
CUCOLO, Eduardo; PATU, Gustavo. BC Eleva Juro Para 11,75%, e governo vê IPCA Acima da Meta. Jornal Folha de São Paulo: Caderno Mercado, página B1, matéria publicada em 03 de mar. de 2011.
DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stanley. Macroeconomia. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1991.
MANKIW, Gregory. Macroeconomia. 5ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
MOURA, Marcelo L. Governo Deve Assumir Ações Coesas de Combate à Inflação. Jornal Folha de São Paulo: Caderno Mercado, página B3, artigo publicado em 03 de mar. de 2011.
Dados desfavoráveis das economias dos Estados Unidos e China além do terremoto no Japão fizeram com que as expectativas do mercado para o crescimento da economia mundial fosse abalado e afastou o risco de uma alta na inflação nos próximos meses.
No mercado de títulos públicos tivemos o destaque da performance dos títulos pré fixados com prazos superiores a 01 ano (IRF-M 1+) que acompanhou o movimento de queda das taxas de juros futuros – uma vez que estes papéis são inversamente correlacionados as taxas de juros.
Apesar da pequena queda na última semana os papéis atrelados a inflação com prazos inferiores a 05 anos (IMA-B 5) vêm sendo o destaque no mês do mercado de Renda Fixa.
As expectativas do mercado em torno da inflação mantiveram praticamente estáveis na última semana.
Apenas verificou-se uma pequena alta nas expectativas de inflação para o ano de 2012 que passaram de 4,78% no final de fevereiro para 4,80% no levantamento realizado em 04 de março.
Para concluir as expectativas para os próximos dia é de que os papéis atrelados a inflação no curto prazo mantenham bons rendimentos em virtude das altas nos preços verificadas nos últimos meses.
Referência bibliográfica
AGÊNCIA ESTADO - BROADCAST. Fechamento: Juros Sobem com Copom, Aporte ao BNDES e Exterior. Informativo distribuído em 03/03/2011.
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000.
__________________. Focus – Relatório de Mercado.
Disponível em: http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/readout.asp
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education, 2004, 3ª edição.
BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS. Taxas Referenciais BM&F. Disponível em: http://www2.bmf.com.br/pages/portal/portal/boletim1/TxRef1.asp
CARVALHO, Fernando J. Cardim de; [et al.] Economia monetária e financeira: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000 – 9ª reimpressão.
CUCOLO, Eduardo; PATU, Gustavo. BC Eleva Juro Para 11,75%, e governo vê IPCA Acima da Meta. Jornal Folha de São Paulo: Caderno Mercado, página B1, matéria publicada em 03 de mar. de 2011.
DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stanley. Macroeconomia. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1991.
MANKIW, Gregory. Macroeconomia. 5ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
MOURA, Marcelo L. Governo Deve Assumir Ações Coesas de Combate à Inflação. Jornal Folha de São Paulo: Caderno Mercado, página B3, artigo publicado em 03 de mar. de 2011.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Análise do IPCA do mês de fevereiro de 2011
Há pouco o IBGE divulgou a taxa de inflação medida pelo IPCA do mês de fevereiro de 2011. O índice apresentou uma alta de 0,80% (ante um resultado de 0,83% no mês de janeiro) e veio abaixo das expectativas do mercado medidas pelo Relatório Focus do dia 25 de fevereiro (0,85%).
Ao encerrar o mês com uma alta de 0,80%, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se aproximou ainda mais do limite máximo estabelecido como meta pelo Banco Central. No acumulado dos últimos 12 meses o índice já apresenta uma alta de 6,01% contra o limite máximo de 6,5% para o ano de 2011 - conforme gráfico abaixo:
O grande vilão no mês de fevereiro foi o grupo Educação que sofreu os impactos das altas nas mensalidades escolares e acabou sendo responsável por 0,40% de alta do IPCA cheio.
O grupo Alimentação, responsável por 0,27% de alta do índice no mês de janeiro, sofreu uma significativa desaceleração em fevereiro e respondeu por apenas 0,05% de alta do IPCA. O resultado do grupo teve como destaque, principalmente, a deflação nos preços das carnes (-2,81%) e a desaceleração dos preços dos produtos in natura.
Abaixo a contribuição mensal de cada grupo no IPCA cheio:
Segundo previsões do Banco Central a inflação deverá superar o teto dos 6,5% ainda no 1º semestre deste ano.
Contudo, com as medidas restritivas adotadas pela autoridade monetária e pelo governo já se pode notar pelos indicadores dos últimos meses um movimento desaceleração da economia do país. Com o desaquecimento da economia os preços tenderão a ceder e convergir, novamente, para a meta de 4,5% estipulada para 2011 e 2012.
Referência Bibliográfica
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Focus – Relatório de Mercado.
Disponível em: http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/readout.asp
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education, 2004, 3ª edição.
CARVALHO, Fernando J. Cardim de; [et al.] Economia monetária e financeira: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000 – 9ª reimpressão.
DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stanley. Macroeconomia. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1991.
IBGE. Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA e Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/defaultinpc.shtm
KEYNES, John Maynard. A teoria geral do emprego, do juro e da moeda. Tradução de Mário R. da Cruz; revisão técnica de Claudio Roberto Contador. – São Paulo: Atlas, 1982.
MANKIW, Gregory. Macroeconomia. 5ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Ao encerrar o mês com uma alta de 0,80%, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se aproximou ainda mais do limite máximo estabelecido como meta pelo Banco Central. No acumulado dos últimos 12 meses o índice já apresenta uma alta de 6,01% contra o limite máximo de 6,5% para o ano de 2011 - conforme gráfico abaixo:
O grande vilão no mês de fevereiro foi o grupo Educação que sofreu os impactos das altas nas mensalidades escolares e acabou sendo responsável por 0,40% de alta do IPCA cheio.
O grupo Alimentação, responsável por 0,27% de alta do índice no mês de janeiro, sofreu uma significativa desaceleração em fevereiro e respondeu por apenas 0,05% de alta do IPCA. O resultado do grupo teve como destaque, principalmente, a deflação nos preços das carnes (-2,81%) e a desaceleração dos preços dos produtos in natura.
Abaixo a contribuição mensal de cada grupo no IPCA cheio:
Segundo previsões do Banco Central a inflação deverá superar o teto dos 6,5% ainda no 1º semestre deste ano.
Contudo, com as medidas restritivas adotadas pela autoridade monetária e pelo governo já se pode notar pelos indicadores dos últimos meses um movimento desaceleração da economia do país. Com o desaquecimento da economia os preços tenderão a ceder e convergir, novamente, para a meta de 4,5% estipulada para 2011 e 2012.
Referência Bibliográfica
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Focus – Relatório de Mercado.
Disponível em: http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/readout.asp
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education, 2004, 3ª edição.
CARVALHO, Fernando J. Cardim de; [et al.] Economia monetária e financeira: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000 – 9ª reimpressão.
DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stanley. Macroeconomia. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1991.
IBGE. Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA e Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/defaultinpc.shtm
KEYNES, John Maynard. A teoria geral do emprego, do juro e da moeda. Tradução de Mário R. da Cruz; revisão técnica de Claudio Roberto Contador. – São Paulo: Atlas, 1982.
MANKIW, Gregory. Macroeconomia. 5ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Econocratum: 10 motivos para acreditarmos que teremos um excele...
Econocratum: 10 motivos para acreditarmos que teremos um excele...: "Por Marcos Elias - EMPIRICUS 1º) Estão todos perdidos ainda e já se passaram dois meses. A maioria dos investidores está amargando prejuízo..."
10 motivos para acreditarmos que teremos um excelente 2011 para investir
Por Marcos Elias - EMPIRICUS
1º) Estão todos perdidos ainda e já se passaram dois meses. A maioria dos investidores está amargando prejuízo no ano, e teve um 2010 ruim. E a bolsa, my friend, é A caixa de surpresa. Decifra-me ou devoro-te! Quando há guerra no horizonte, crise na Europa e EUA, inflação no Brasil, associada à ideia de início de “exaustão” de crescimento, é aí que a bolsa nos pega no contra-pé e voa 30%-40% em 4-5 meses, destruindo assets e reputações. É lógico que depois virão as devidas explicações, belíssimas, mas será tarde demais para você. Se você ainda não entendeu, a bolsa está contra você, quer te enganar, te ludibriar, te morder na nuca como uma serpente. Neste exato momento, ela está ensaiando o bote. É preciso intuição, é preciso silêncio para sentir o cheiro deste bote!
2º) Este é o ano de recuperação nos EUA, não importando o quão trapalhão com as palavras seja The Helicopter Ben. A política monetária permanecerá tal de forma a que continue a subsidiar a recuperação econômica, a despeito das perspectivas de inflação. OS EUA crescerão 4% ou mais neste ano, eventualmente melhor do que o Brasil;
3º) O problema europeu está resolvido: 20 anos de ajustes e sofrimentos aos PIGS e crescimento, como um todo, meramente modesto. O Euro não vai se desintegrar. Uma Portugal da vida não vai se recuperar em menos de uma ou duas décadas. Sem surpresas, e essa questão já está “na conta” de todos os bancos mundiais e FMIs da vida. Entretanto, a Europa ainda busca rejuvenecer-se a partir de seus empresários de tecnologia. Há 10 anos, internet/hi-tech companies eram americanas e ponto. Mas os jovens europeus já cansaram dos pubs e, inspirados pela Skype e pela crise, estão buscando transformar educação em empresa de tecnologia sendo IPOed. Isso foi capa da Wired, e pode salvar a Europa;
4º) Em dois meses já pode-se perceber que a Dilma tem força (inclusive para barrar um mínimo mais alto, e deixar o PSDB em situação ridícula: PSDB descanse em paz!) e sensibilidade política. Vejam as nomeações de ministros e assessores: todas acertadas, e discretas. Ela tem ampla confiança no Palocci, que na minha opinião é um gênio! Gênio! E a “batatinha” do Sr. Mantega, a Madga do Governo, ex-professor particular de economia do Lula (única coisa importante que fez na vida), já assou: não me estranharia se em uma questão de dias ele caísse: chega de Forrest Gumpismo no Governo!
5º) Este ano o Corinthians está fora de todos os torneios importantes. E venho observando uma correlação (correlação não é causa!) perfeitamente negativa entre os fracassos do Corinthians e a pujança econômica. É como se Deus quisesse sempre me dar uma alegria. Ou se sempre insistisse em uma tristeza. Mas desde que ouço do rádio do meu pai – aos domingos – as façanhas do Coringão, narradas por Fiori Giglioti, já em meados de 70, eu sabia: se ele ganhar, eu vou me ferrar na escola, e vice-versa. São mais de 30 anos de correlação. E sempre funciona. Aliás, quando a esquadra corinthiana contava com Ricardinho, Gil, Vampeta, Marcelinho e Rincón, já – de imediato – pedi para a Jô que apertasse o cintos e passasse a fazer compras no sacolão;
6º) Esqueça as questões relativas ao Oriente Médio e África do Magreb. O Hamas, Hezbollah e Al-Qaeda só estão aproveitando a crise nos EUA e Europa para tentar mudar o jogo político na região. Sairão ditadores, entrarão outros ditadores, e a democracia nunca será uma realidade nos países árabes. Não é da cultura árabe, é uma mera invenção ocidental essa tal de democracia. Vai acontecer que o preço do petróleo vai explodir, mas então, e por conta do bom desempenho futuro da bolsa, dirão aquela velha e famosa frase de que “o PIB dos países desenvolvidos não depende do petróleo assim como o era em 1950, sendo que agora são os serviços, o capital e a inteligência que propulsionam o crescimento”. Nesta vibe, ainda melhor para Petro, HRT e OGX. Há que se fazer o ano em cima destas beldades;
7º) Eu não tenho tido mais dores lombares, que são prenúncio inequívoco de desastre na bolsa. As minhas costas também estão em bom estado. Isso quer dizer que teremos um ano bom, sem dúvidas, embora alguns possam eventualmente contestar o valor científico da afirmação. E, quem me conhece, sabe: tenho andado calmo e tranquilo. Em ano de crise, estou sempre agitado, como um galo que cacareja pressentindo o amanhecer;
8º) Sempre quando o São Paulo revela um craque, o mercado desaba. É mandinga de são-paulino, que na verdade curte mesmo a Copa Davis, e não trabalha no mercado, mas em agência de publicidade. Em 1994, quando nos apresentaram o impressionante Juninho Paulista, bum!, Crise do México. Em 1997, os Tigres Asiáticos tiveram um azar enorme com os mais de 50 gols do Dodô-maravilha. Em 1999, havia o Vagner, o volante, que só jogou bem aquele ano na sua vida toda, mas que, tenho certeza, deflagrou a desvalorização do Real (o Gustavo Franco deu uma ajudazinha). Em 2001, em parceria com Osama Bin Laden, tivemos o explosivo Kaká. Em 2002, Luís Fabiano arrebentou com a nossa economia, e levou a economia argentina para o buraco também, por mero patriotismo. Em 2008, Hernanes acabou com a Lehman. E, em 2011, o São Paulo não tem nenhuma revelação para nos oferecer (o Lucas não vale porque pertence em menos de 20% ao São Paulo e, com essa participação, não dispara a poison pill). Ufa! A bolsa vai que vai, e o Santos será o grande campeão;
9º) Acabamos de trocar o sistema de telefonia dos nossos escritórios. Da última vez que o fizemos foi em 2003, quando a bolsa logrou subir quase 100%;
10º) Estamos há quase 3 anos de lado na bolsa. Lembremos que a bolsa é um concurso de beleza, e uma interação social. Ninguém aguenta tanto tempo de celibato!
Pois, como diria o Grande Ralph Waldo Emerson:
“Homens ocos acreditam na sorte. E os fortes na causa-e-efeito”. Eu acredito na sorte que tenho quando as causas não me afetam!
1º) Estão todos perdidos ainda e já se passaram dois meses. A maioria dos investidores está amargando prejuízo no ano, e teve um 2010 ruim. E a bolsa, my friend, é A caixa de surpresa. Decifra-me ou devoro-te! Quando há guerra no horizonte, crise na Europa e EUA, inflação no Brasil, associada à ideia de início de “exaustão” de crescimento, é aí que a bolsa nos pega no contra-pé e voa 30%-40% em 4-5 meses, destruindo assets e reputações. É lógico que depois virão as devidas explicações, belíssimas, mas será tarde demais para você. Se você ainda não entendeu, a bolsa está contra você, quer te enganar, te ludibriar, te morder na nuca como uma serpente. Neste exato momento, ela está ensaiando o bote. É preciso intuição, é preciso silêncio para sentir o cheiro deste bote!
2º) Este é o ano de recuperação nos EUA, não importando o quão trapalhão com as palavras seja The Helicopter Ben. A política monetária permanecerá tal de forma a que continue a subsidiar a recuperação econômica, a despeito das perspectivas de inflação. OS EUA crescerão 4% ou mais neste ano, eventualmente melhor do que o Brasil;
3º) O problema europeu está resolvido: 20 anos de ajustes e sofrimentos aos PIGS e crescimento, como um todo, meramente modesto. O Euro não vai se desintegrar. Uma Portugal da vida não vai se recuperar em menos de uma ou duas décadas. Sem surpresas, e essa questão já está “na conta” de todos os bancos mundiais e FMIs da vida. Entretanto, a Europa ainda busca rejuvenecer-se a partir de seus empresários de tecnologia. Há 10 anos, internet/hi-tech companies eram americanas e ponto. Mas os jovens europeus já cansaram dos pubs e, inspirados pela Skype e pela crise, estão buscando transformar educação em empresa de tecnologia sendo IPOed. Isso foi capa da Wired, e pode salvar a Europa;
4º) Em dois meses já pode-se perceber que a Dilma tem força (inclusive para barrar um mínimo mais alto, e deixar o PSDB em situação ridícula: PSDB descanse em paz!) e sensibilidade política. Vejam as nomeações de ministros e assessores: todas acertadas, e discretas. Ela tem ampla confiança no Palocci, que na minha opinião é um gênio! Gênio! E a “batatinha” do Sr. Mantega, a Madga do Governo, ex-professor particular de economia do Lula (única coisa importante que fez na vida), já assou: não me estranharia se em uma questão de dias ele caísse: chega de Forrest Gumpismo no Governo!
5º) Este ano o Corinthians está fora de todos os torneios importantes. E venho observando uma correlação (correlação não é causa!) perfeitamente negativa entre os fracassos do Corinthians e a pujança econômica. É como se Deus quisesse sempre me dar uma alegria. Ou se sempre insistisse em uma tristeza. Mas desde que ouço do rádio do meu pai – aos domingos – as façanhas do Coringão, narradas por Fiori Giglioti, já em meados de 70, eu sabia: se ele ganhar, eu vou me ferrar na escola, e vice-versa. São mais de 30 anos de correlação. E sempre funciona. Aliás, quando a esquadra corinthiana contava com Ricardinho, Gil, Vampeta, Marcelinho e Rincón, já – de imediato – pedi para a Jô que apertasse o cintos e passasse a fazer compras no sacolão;
6º) Esqueça as questões relativas ao Oriente Médio e África do Magreb. O Hamas, Hezbollah e Al-Qaeda só estão aproveitando a crise nos EUA e Europa para tentar mudar o jogo político na região. Sairão ditadores, entrarão outros ditadores, e a democracia nunca será uma realidade nos países árabes. Não é da cultura árabe, é uma mera invenção ocidental essa tal de democracia. Vai acontecer que o preço do petróleo vai explodir, mas então, e por conta do bom desempenho futuro da bolsa, dirão aquela velha e famosa frase de que “o PIB dos países desenvolvidos não depende do petróleo assim como o era em 1950, sendo que agora são os serviços, o capital e a inteligência que propulsionam o crescimento”. Nesta vibe, ainda melhor para Petro, HRT e OGX. Há que se fazer o ano em cima destas beldades;
7º) Eu não tenho tido mais dores lombares, que são prenúncio inequívoco de desastre na bolsa. As minhas costas também estão em bom estado. Isso quer dizer que teremos um ano bom, sem dúvidas, embora alguns possam eventualmente contestar o valor científico da afirmação. E, quem me conhece, sabe: tenho andado calmo e tranquilo. Em ano de crise, estou sempre agitado, como um galo que cacareja pressentindo o amanhecer;
8º) Sempre quando o São Paulo revela um craque, o mercado desaba. É mandinga de são-paulino, que na verdade curte mesmo a Copa Davis, e não trabalha no mercado, mas em agência de publicidade. Em 1994, quando nos apresentaram o impressionante Juninho Paulista, bum!, Crise do México. Em 1997, os Tigres Asiáticos tiveram um azar enorme com os mais de 50 gols do Dodô-maravilha. Em 1999, havia o Vagner, o volante, que só jogou bem aquele ano na sua vida toda, mas que, tenho certeza, deflagrou a desvalorização do Real (o Gustavo Franco deu uma ajudazinha). Em 2001, em parceria com Osama Bin Laden, tivemos o explosivo Kaká. Em 2002, Luís Fabiano arrebentou com a nossa economia, e levou a economia argentina para o buraco também, por mero patriotismo. Em 2008, Hernanes acabou com a Lehman. E, em 2011, o São Paulo não tem nenhuma revelação para nos oferecer (o Lucas não vale porque pertence em menos de 20% ao São Paulo e, com essa participação, não dispara a poison pill). Ufa! A bolsa vai que vai, e o Santos será o grande campeão;
9º) Acabamos de trocar o sistema de telefonia dos nossos escritórios. Da última vez que o fizemos foi em 2003, quando a bolsa logrou subir quase 100%;
10º) Estamos há quase 3 anos de lado na bolsa. Lembremos que a bolsa é um concurso de beleza, e uma interação social. Ninguém aguenta tanto tempo de celibato!
Pois, como diria o Grande Ralph Waldo Emerson:
“Homens ocos acreditam na sorte. E os fortes na causa-e-efeito”. Eu acredito na sorte que tenho quando as causas não me afetam!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Econocratum: Mercado de Taxas de Juros: 25/02/2011
Econocratum: Mercado de Taxas de Juros: 25/02/2011: "Desde já gostaria de agradecer pelos comentários feitos em relação ao último texto postado neste blog. Todos foram enriquecedores para mim e..."
Mercado de Taxas de Juros: 25/02/2011
Desde já gostaria de agradecer pelos comentários feitos em relação ao último texto postado neste blog. Todos foram enriquecedores para mim e permitiram a realização de alguns ajustes que julgo possibilitarão uma melhor compreensão do comportamento dos títulos públicos.
Mas eu quero tratar neste texto, como de praxe, do comportamento das taxas de juros ao longo da última semana e comparar seu desempenho em relação a semana e mês anterior.
Na última semana pudemos notar que os juros para os vértices mais curtos apresentaram uma considerável aceleração, impactando, principalmente, a performance dos papéis pré fixados com prazo superior a 1 ano.
Conforme antecipado na semana passada a piora nas expectativas de inflação contribuíram para a alta dos juros nos vértices mais curto.
Outro fator que pesou na formação das taxas foram as apostas do mercado em relação a uma postura mais agressiva do Copom na próxima reunião que ocorrerá entre os dias 01 e 02 de março.
Segundo a Agência Estado, por semanas as apostas eram de que o Copom elevasse os juros em 0,5%, mas na última semana prevaleceram as expectativas para uma alta de 0,75% na taxa Selic.
Já o resultado do IPCA-15 – que é uma prévia do IPCA oficial que será divulgado pelo IBGE no dia 04 de março – apresentou uma variação positiva de 0,97% vindo em linha com as expectativas do mercado e acabou não tendo grande peso na formação das taxas futuras de juros na BM&F.
O mercado acredita que, por conta da desaceleração dos grupos de alimentação e vestuário, o IPCA do mês de fevereiro apresente uma melhora em relação ao resultado verificado no mês de janeiro.
No longo prazo as expectativas permaneceram praticamente inalteradas, refletindo a confiança dos agentes em torno da eficácia das medidas monetárias, creditícias e fiscais adotadas pelo Banco Central e Ministério da Fazenda.
Já no mercado de títulos públicos o destaque ficou para os papéis pré fixados com prazos superiores a 1 ano (IRF-M 1+).
Estes títulos apresentaram uma performance média superior aos demais papéis no acumulado do mês, até o dia 25, ao registrar uma alta de 1,44%.
Contudo, acompanhando a alta dos juros futuros, podemos verificar que houve uma forte desaceleração destes papéis na última semana - via de regra, uma vez que os juros sobem, os títulos pré fixados tendem a cair.
O cenário inflacionário traçado pelo mercado para os próximos meses apresentou uma melhora. As expectativas para 2011 e 2012 mantiveram-se estáveis após semanas de deterioração.
Já para os próximos 12 meses as expectativas continuaram apresentando uma melhora passando de uma alta de 5,41% na apuração do dia 18 para 5,35% na última semana - conforme podemos observar no gráfico abaixo:
Acabo de receber o relatório da Agência Estado-Broadcast informando que o detalhamento dos cortes que serão realizados no orçamento do governo agradou o mercado e está levando a uma queda nas taxas de juros.
A especificação destes cortes nos gastos permite ao mercado analisar a eficácia da medida no combate a inflação e pelo que tudo indica o governo será bem sucedido nesta empreitada.
Portanto, para concluir, ressalto que a melhora nas expectativas em torno da inflação, a divulgação do IPCA e, agora, este pronunciamento do governo acerca do detalhamento dos cortes no orçamento tenderão a beneficiar a queda dos juros futuros e melhora no desempenho dos papéis pré fixados nesta semana.
Referência bibliográfica
AGÊNCIA ESTADO - BROADCAST. FGV: IGP-M de Fevereiro Fica em 1,00% Ante +0,79% em Janeiro. Informativo distribuído em 25/02/2011.
_______________________________, Fechamento: Apostas em Alta de 0,75 PP Perdem Força e Aliviam Juros. Informativo distribuído em 25/02/2011.
_______________________________. Cenário-1: Detalhamento do Corte Agrada e Juros Aceleram a Queda. Informativo distribuído em 28/02/2011.
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000.
__________________. Focus – Relatório de Mercado.
Disponível em: http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/readout.asp
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education, 2004, 3ª edição.
BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS. Taxas Referenciais BM&F. Disponível em: http://www2.bmf.com.br/pages/portal/portal/boletim1/TxRef1.asp
CARVALHO, Fernando J. Cardim de; [et al.] Economia monetária e financeira: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000 – 9ª reimpressão.
DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stanley. Macroeconomia. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1991.
MANKIW, Gregory. Macroeconomia. 5ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Mas eu quero tratar neste texto, como de praxe, do comportamento das taxas de juros ao longo da última semana e comparar seu desempenho em relação a semana e mês anterior.
Na última semana pudemos notar que os juros para os vértices mais curtos apresentaram uma considerável aceleração, impactando, principalmente, a performance dos papéis pré fixados com prazo superior a 1 ano.
Conforme antecipado na semana passada a piora nas expectativas de inflação contribuíram para a alta dos juros nos vértices mais curto.
Outro fator que pesou na formação das taxas foram as apostas do mercado em relação a uma postura mais agressiva do Copom na próxima reunião que ocorrerá entre os dias 01 e 02 de março.
Segundo a Agência Estado, por semanas as apostas eram de que o Copom elevasse os juros em 0,5%, mas na última semana prevaleceram as expectativas para uma alta de 0,75% na taxa Selic.
Já o resultado do IPCA-15 – que é uma prévia do IPCA oficial que será divulgado pelo IBGE no dia 04 de março – apresentou uma variação positiva de 0,97% vindo em linha com as expectativas do mercado e acabou não tendo grande peso na formação das taxas futuras de juros na BM&F.
O mercado acredita que, por conta da desaceleração dos grupos de alimentação e vestuário, o IPCA do mês de fevereiro apresente uma melhora em relação ao resultado verificado no mês de janeiro.
No longo prazo as expectativas permaneceram praticamente inalteradas, refletindo a confiança dos agentes em torno da eficácia das medidas monetárias, creditícias e fiscais adotadas pelo Banco Central e Ministério da Fazenda.
Já no mercado de títulos públicos o destaque ficou para os papéis pré fixados com prazos superiores a 1 ano (IRF-M 1+).
Estes títulos apresentaram uma performance média superior aos demais papéis no acumulado do mês, até o dia 25, ao registrar uma alta de 1,44%.
Contudo, acompanhando a alta dos juros futuros, podemos verificar que houve uma forte desaceleração destes papéis na última semana - via de regra, uma vez que os juros sobem, os títulos pré fixados tendem a cair.
O cenário inflacionário traçado pelo mercado para os próximos meses apresentou uma melhora. As expectativas para 2011 e 2012 mantiveram-se estáveis após semanas de deterioração.
Já para os próximos 12 meses as expectativas continuaram apresentando uma melhora passando de uma alta de 5,41% na apuração do dia 18 para 5,35% na última semana - conforme podemos observar no gráfico abaixo:
Acabo de receber o relatório da Agência Estado-Broadcast informando que o detalhamento dos cortes que serão realizados no orçamento do governo agradou o mercado e está levando a uma queda nas taxas de juros.
A especificação destes cortes nos gastos permite ao mercado analisar a eficácia da medida no combate a inflação e pelo que tudo indica o governo será bem sucedido nesta empreitada.
Portanto, para concluir, ressalto que a melhora nas expectativas em torno da inflação, a divulgação do IPCA e, agora, este pronunciamento do governo acerca do detalhamento dos cortes no orçamento tenderão a beneficiar a queda dos juros futuros e melhora no desempenho dos papéis pré fixados nesta semana.
Referência bibliográfica
AGÊNCIA ESTADO - BROADCAST. FGV: IGP-M de Fevereiro Fica em 1,00% Ante +0,79% em Janeiro. Informativo distribuído em 25/02/2011.
_______________________________, Fechamento: Apostas em Alta de 0,75 PP Perdem Força e Aliviam Juros. Informativo distribuído em 25/02/2011.
_______________________________. Cenário-1: Detalhamento do Corte Agrada e Juros Aceleram a Queda. Informativo distribuído em 28/02/2011.
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000.
__________________. Focus – Relatório de Mercado.
Disponível em: http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/readout.asp
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education, 2004, 3ª edição.
BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS. Taxas Referenciais BM&F. Disponível em: http://www2.bmf.com.br/pages/portal/portal/boletim1/TxRef1.asp
CARVALHO, Fernando J. Cardim de; [et al.] Economia monetária e financeira: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000 – 9ª reimpressão.
DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stanley. Macroeconomia. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1991.
MANKIW, Gregory. Macroeconomia. 5ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
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